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publicado em: 24/11/2015

Após vermos seis práticas erradas, porém comuns, das marcas nas redes sociais, acompanhe a segunda e última parte da nossa lista.

VEJA AQUI A 1ª PARTE

7-USAR RESPOSTAS PRONTAS

Se não responder aos seguidores é ruim, utilizar respostas prontas pode ser até pior, afinal, estamos falando de redes sociais, um canal de comunicação direto e pessoal entre marcas e pessoas. A plataforma onde a empresa pode se tornar mais humana e se aproximar do cliente.

Por não entender ou ter receio das reações, os perfis das marcas se comportam como uma gravação de call-center, e esse é mais um exemplo de desperdício de tempo e dinheiro. Agir de maneira mecânica não cria engajamento, não cria um canal de comunicação direto, e não traz resultados efetivos em vendas.

8-CONTEÚDO EM QUANTIDADE, MAS SEM QUALIDADE

É comum notar marcas prezando pela quantidade de conteúdo nas redes sociais, e esquecendo da qualidade. O equilíbrio nesse ponto só é conseguido através do alinhamento entre estratégia, segmentação, personalidade e muitos testes.

Após a definição de o que falar, como falar e para quem falar, as marcas precisam definir a frequência e o ritmo ideal através de testes práticos, a fim de descobrir qual o ritmo que entrega mais resultados.

9-EU, EU E EU

Não precisa de muita procura para encontrar marcas que falam apenas de si: quem são, o que fizeram, os prêmios que ganharam. O que elas não se deram conta, é de que nenhum consumidor entra no Facebook pensando “o que será que a minha marca favorita está fazendo hoje?”.

Empresas existem para criar soluções para seus clientes, e não para se autopromover. No mundo off-line isso é facilmente notado, mas nas redes sociais a prática muitas vezes é outra. Se pergunte se as redes sociais da sua empresa são para seus clientes ou para você.

10-USAR HASHTAGS DE MANEIRA ERRADA

Semelhante ao problema da personalidade, na tentativa de se tornarem jovens, modernas e descoladas, algumas marcas fazem uso indiscriminado de hashtags e se apropriam de todas que encontram pela frente buscando apenas fluxo, sem pensar se elas tem relevância com o público e com sua identidade.

Usar hashtags é importante para medir a ressonância da mensagem e participar de eventos que são relevantes para a empresa, mas de novo, é preciso ter ligação com a personalidade do anunciante.

11-NEGLIGENCIAR O MOBILE

Não pensar mobile hoje é não pensar no seu público. Independente do ambiente em que o seu cliente está, existe uma possibilidade substancial de ele consumir o seu conteúdo através de um dispositivo móvel.

Uma pesquisa rápida no Google mostra como é crescente o uso de celulares e tablets no Brasil. Precisamos pensar mais mobile, começando do site até as campanhas em redes sociais.

12-MÉTRICAS ERRADAS

Uma pergunta rápida: o que paga as contas de uma empresa? Muito provavelmente sua resposta não foi followers, ou shares, ou likes.

Empresas precisam vender, e para vender elas precisam falar com seus clientes o que estão vendendo, porque existem, porque seu produto é o melhor. Elas só precisam estar nas redes sociais porque o processo de compra hoje mudou, e ele invariavelmente passa por lá.

Então devemos olhar menos para números de seguidores e mais para conversões e resultados, mas para isso toda a estratégia precisa ser bem pensada e sua execução ser bem feita, só assim poderemos perceber o real valor da presença da marca nas redes sociais.

Quântica Comunicação

Comunicação com DNA Digital.

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