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publicado em: 20/11/2015

1-NÃO TER UMA ESTRATÉGIA

Já falamos anteriormente (link do texto como aproveitar a crise), que entre fazer algo sem pensar e não fazer nada, a segunda opção é a melhor. Se você acha que criar um simples perfil da empresa – antes de pensar em estratégia e conteúdo – basta para ter um projeto digital de sucesso, além de estar enganado, você pode estar cometendo um erro que pode trazer muitos prejuízos.

Da mesma forma que desenvolvemos um cuidadoso planejamento de campanha focado em objetivos muito claros, é necessário ter esse primor com o marketing digital e as redes sociais.  Se não for assim vamos ter um investimento de tempo e energia que não irá trazer retorno algum, já que sua presença digital irá existir apenas porque é legal ter um perfil no Facebook.

2-NÃO OLHAR A CONCORRÊNCIA

Como está a sua concorrência nas redes sociais? Como ela se comporta? Qual meio utiliza? Tão importante quanto o planejamento, o mapeamento da concorrência também é.

Estude seus concorrentes para saber quais as práticas certas e erradas eles estão tomando e dessa forma ajustar a sua estratégia nas redes sociais.

3-FAZER TUDO MANUALMENTE

Fazer e agendar posts, monitorar citações, responder perguntas, analisar concorrentes, gerar relatórios de desempenho, investir verba em mídia, etc. Fazer tudo isso em duas, três ou quatro redes sociais diferentes e de forma manual não só é um trabalho que toma muito tempo e inviabiliza o processo, como aumenta as chances de erro. O ideal é utilizar ferramentas on-line para executar todas (ou a maioria) essas funções.

4-NÃO SEGMENTAR O PÚBLICO

Nos meios digitais, segmentação é tudo. É de extrema importância entender quem é seu público, falar diretamente com ele, e entender a linguagem dele. O discurso da empresa precisa ser totalmente alinhado com seu público alvo. Essa é uma das grandes vantagens das redes sociais, a possibilidade de falar diretamente com seus potenciais consumidores.

Ao contrário das mídias de massa onde falamos com todos para poder atingir alguns, aqui podemos pular a primeira parte e dialogar diretamente com os interessados no produto. Não segmentar é jogar essa oportunidade no lixo.

5-NÃO TER PERSONALIDADE

Além de saber para quem falar, devemos saber como falar para nosso público. Muitas vezes vemos marcas querendo ser jovens, se apropriando da novidade do momento sem pensar se aquele fato tem ressonância para a empresa, esquecendo-se totalmente da sua personalidade e de quem é o seu público alvo. Dessa forma temos marcas totalmente equivocadas que não tem uma comunicação efetiva com seu público, e que por causa disso não tem engajamento.

Marcas precisam definir a sua persona nas redes sócias, ter um padrão de comunicação, que não é necessariamente engraçadinho, jovem e divertido como é visto comumente. Só dessa forma o diálogo entre empresa e público vai se estabelecer de uma maneira que traga resultados.  

6-NÃO OUVIR SEU PÚBLICO E IGNORAR OS PONTOS NEGATIVOS

Após segmentar o público e definir um discurso chega o momento de dialogar. A grande questão é que nem sempre o que ouvimos são coisas positivas, e uma prática muito comum que se estabeleceu no mercado é ocultar esse tipo de feedback, como se ele simplesmente não existisse.

Todas as marcas tem uma série de questões a serem resolvidas, os seus consumidores abrem um canal de comunicação para solucionar essas situações, e ao invés de aproveitar a oportunidade de ter um diálogo transparente e chegar numa resolução, prefere varrer a sujeira para baixo do tapete, dando margem para todos os tipos de conclusões e perdendo assim a oportunidade de se posicionar.

Precisamos absorver uma coisa: as pessoas irão falar da sua empresa. É muito melhor estar participando desse processo, conduzindo a situação, do que simplesmente virar as costas e fingir que nada está acontecendo.

VEJA AQUI A 2ª PARTE DA LISTA

Quântica Comunicação

Comunicação com DNA Digital.

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